Brasil na Copa do Mundo
Calma, não vamos falar de futebol. Pouca gente sabe, mas além dos marrentos do Parreira, uma brasileira disputava uma copa do mundo na Alemanhã: a enxadrista Suzana Chang.

No mesmo fim-de-semana da final do Copa, foi promovido um torneio de xadrez feminino, com uma representante de cada um dos 32 países que disputavam o certame ludopédico em gramados germânicos. As jogadoras foram divididas em grupos idênticos aos da Copa. Suzana enfrentou a japonesa Myoko Watai, a croata Vlasta Macek e a australiana Anastasia Sorokina, e classificou-se para as oitavas, onde venceu a italiana Elena Sedina. Como os futebolistas, Suzana parou nas quartas-de-final, derrotada pela francesa (vejam só, aqui também) Marie Sebag. Mas podemos dizer que, ao contrário do resultado do Parreira, o de Suzana foi para lá de honroso.
A Copa foi vencida por outra Suzana, aliás Susan (ex Zsuza), Polgar, jogando pelos Estados Unidos. A vice campeã foi Elisabeth Pähtz, pela Alemanha. A francesa Sebag ficou em terceiro, vencendo a argentina Carolina Lujan.

Arquivo pgn com todas as partidas disponível nesse link.
Da esquerda para a direita: Sebag (terceira colocada), Polgar (campeã) e Paetz (vice).
Inventiva a idéia do torneio. As meninas que representaram o xadrez feminino do Brasil estão de parabéns, pois jogar xadrez nestas paragens é desafio tão grande que os homens, um pouco melhor organizados, não conseguem resultados tão expressivos.
Em beleza, pelo menos a Suzana deve ter disputado de igual para igual.
Blanco